Uma semana depois de promover um café da manhã para apresentar o conceito das Comunidades de Saúde em Rede, a InterSystems do Brasil organizou mais um evento de grande relevância para o nosso espaço: o Simpósio InterSystems Brasil, que aconteceu no último dia 21, no Hotel Unique, em São Paulo. Foi uma oportunidade para que os clientes e parceiros da empresa pudessem conhecer um pouco mais sobre as Comunidades de Saúde em Rede e vários outros temas, desde aspectos técnicos até valores humanos vinculados ao conceito de tecnologia aplicada à saúde.
Quando se pretende discutir a criação de um ambiente colaborativo, a exemplo do que propõe este espaço, nada melhor do que chamar para um diálogo pessoas que possam agregar valor ao tema. Pensando nisso, promovemos na última quarta (15), em São Paulo, um café da manhã que reuniu formadores de opinião de segmentos distintos para trocarem idéias a respeito do conceito de Comunidade de Saúde em Rede. O evento se notabilizou pelo nível das discussões, num ambiente onde todos compartilharam suas percepções a respeito da situação atual e perspectivas da gestão de saúde no Brasil.
Entrevista que o Dr. Cláudio Freitas concedeu à Rádio CBN. Aqui, ele fala sobre a bem sucedida experiência de gestão integrada da saúde em Brasília, dentro do conceito de comunidades de saúde em rede.
É previsível que haja o compartilhamento de informações dentro de um grupo de cidadãos com objetivos em comum. E hoje em dia, essa prática ficou mais abrangente por conta de novas tecnologias que possibilitaram um maior trânsito de informações. Em uma Comunidade de Saúde em Rede temos pacientes, médicos, executivos e outros profissionais unidos pelo objetivo de compartilharem seus dados, devidamente indexados e tratados digitalmente, visando o bem-estar do indivíduo e a melhoria da qualidade do atendimento médico.
À primeira vista, muitos podem achar que as Comunidades de Saúde em Rede dizem respeito apenas a médicos e pacientes. No entanto, esse conceito tem uma abrangência bem maior quanto a participação, considerando todos aqueles que estão direta ou indiretamente envolvidos no setor de saúde, conforme comentado no texto anterior. Alguns segmentos e empresas, apesar de terem extrema importância, não estão formalmente integrados a essas Comunidades e muitos deles sequer têm consciência que já estão dentro dela. Mudar essa percepção é fundamental para que o conceito ganhe alcance e influência perante todos os participantes.
Começamos a debater neste canal sobre informação integrada e seus benefícios para todos os envolvidos na cadeia de valor da saúde (médicos, pacientes, gestores, enfermeiros, etc.). Na nossa visão, esse é o aspecto fundamental para se ter uma Comunidade de Saúde em Rede. Agora, o que é “Comunidade de Saúde em Rede”?
Você, leitor, certamente já participou de trabalhos em grupo na escola ou na faculdade. E quais eram os grupos que tinham mais sucesso em seus projetos? Imagino que sejam aqueles que trabalhavam de forma mais integrada, ou seja, em “time”. Da mesma forma acontece com os esportes, quanto melhor o trabalho em equipe, melhor o resultado.
Imagine então um grande time, formado por médicos, gestores, pacientes, enfermeiros, técnicos em enfermagem e todos os profissionais da área de saúde, cada um jogando na sua posição, mas efetivamente “passando a bola”. Cada um tem seu valor, suas necessidades, mas um depende do outro para jogar melhor.
















