Escrito em 19 de nov de 2008

Febre amarela e saúde integrada

por Dr. Leonardo Diamante

No último verão, a Febre Amarela voltou a freqüentar as manchetes de nossos jornais. Com o surgimento crescente de casos da doença, sobretudo na região centro-oeste, uma parcela da população reagiu à ameaça com pânico. Desse pessoal, alguns adotaram um raciocínio, no mínimo, peculiar:

“Bem, para que eu fique protegido contra essa doença, basta que eu tome uma vacina… Como um mais um é igual à dois, se eu tomar duas vezes essa mesma vacina, ficarei duplamente protegido contra a Febre Amarela, certo?!”

Errado.

Escrito em 13 de nov de 2008

Papel é coisa do passado

por Fernando Vogt

Pelo menos em alguns hospitais, o uso do papel já pode ser considerado um costume do século passado. É o que vem acontecendo no Hospital de Samambaia (DF), onde a informatização do sistema permitiu que o prontuário do paciente ficasse disponível online. Isso significa que, de qualquer lugar, tendo acesso à internet, o agente de saúde pode acessar os dados do paciente, em um ambiente protegido por senha. Então, papel para quê? Provavelmente, as únicas pessoas que desaprovariam isso seriam os fornecedores de formulários. Quanto ao resto da sociedade, os ganhos são bem visíveis.

No vídeo abaixo, extraído de uma matéria veiculada no DFTV, podemos ter uma idéia bem clara a respeito dos benefícios proporcionados pela informatização no Hospital de Samambaia:

Escrito em 6 de nov de 2008

Doutores Online

por Johnny Systems

Semana passada, o jornalista Tiago Dória publicou em seu blog um post com reflexões bem interessantes a respeito da atual crise econômica. Entre outras considerações, ele ressaltou que podemos encarar esse momento de forma positiva, em que a sociedade pode repensar o estilo de vida adotado por muitos de nós. Ou seja, hora de refletir sobre o quanto consumimos e o que fazemos com nossos corpos e mentes em nome das obrigações que foram criadas no ritmo do mundo moderno.

Escrito em 4 de nov de 2008

Cultura humanizando a saúde

por Valdir Cimino

Viva e Deixe Viver

Os grandes avanços das ciências aplicadas à medicina e à saúde vêm trazendo uma série de transformações, nestes tempos de globalização. Finalmente os cidadãos têm percebido que a melhor forma de ajudar o mundo é partir para a solução dos problemas da sua comunidade, seja no bairro, na escola, na rua ou nos hospitais.

Com grande esperança numa sociedade mais digna é que assistimos a grupos de cidadãos se reunindo em busca de soluções para nossos problemas sociais, como é o caso da saúde e da cultura brasileira.

A cultura é um direito constitucional. Levá-la aos hospitais é possibilitar ao público daquele local o exercício da cidadania, já tão comprometida pelas suas condições físicas e psicológicas.