Escrito em 27 de fev de 2009

Médicos e computadores

por Fernando Vogt

Médicos e computadoresNa medicina, apesar dos inúmeros avanços tecnológicos, nenhuma máquina ou software consegue chegar perto do nível de importância que um médico tem. No entanto, esse profissional pode ampliar ainda mais o alcance de sua competência com o auxílio da tecnologia. Um bom exemplo disso é o uso do prontuário eletrônico do paciente. Utilizando um sistema integrado, ele permite ao profissional de saúde acessar em poucos cliques diversos dados que antes formariam pilhas e mais pilhas de papel. Mesmo cientes disso, muitos médicos ainda possuem pouco ou quase nenhum contato com esse tipo de facilidade. Por quais razões?

Escrito em 13 de fev de 2009

Farmácias sem papel, você concorda?

por Fernando Vogt

Você já parou para pensar que estamos sempre correndo no dia-a-dia? Pois é, nesse ritmo, algumas situações, muitas vezes simples e óbvias, passam despercebidas em nossa vida agitada. Por exemplo, sempre que saímos de uma consulta médica carregamos um papel nas mãos: a receita recomendada pelo médico.

Parece algo incorporado à natureza da relação médico-paciente. É provável que, se houvessem médicos e farmácias na idade da pedra, os pacientes sairiam do consultório-caverna com um pedaço de rocha nas mãos, com a indicação dos medicamentos ali talhados – ou desenhados. Mas também não daria para mudar isso, certo? Afinal, como compraríamos os medicamentos na farmácia sem a receita com as recomendações escritas pelo médico? Dentro do conceito das comunidades de saúde em rede isso é possível.

Escrito em 5 de fev de 2009

Informação na saúde não é um Big Brother

por Carlos Eduardo Nogueira

Informação na saúde não é um Big Brother

Fazer parte de uma rede social na internet não significa que todas as informações ali presentes podem ser visualizadas pelo público em geral. Até no caso do LinkedIn, que é uma rede de relacionamentos aberta ao público, temos informações que são restringidas conforme o nível de permissão de quem as controla. Ou seja, existem perfis que deixam todos os dados escancarados para qualquer um. Outros, permitem que só os contatos visualizem o conteúdo ali disponibilizado. Como as redes sociais da internet espelham de alguma forma o nosso comportamento, é previsível que nelas sigamos também a cartilha da privacidade, de controlarmos o que vai ou não ser mostrado ao público.