
Um bom atendimento no serviço público contribui para que o cidadão se sinta socialmente incluído. Afinal, por mais que os nossos documentos digam que somos alguém perante a sociedade, é na forma como somos tratados pelos outros que temos a real percepção do quanto nos valorizam. Nesse sentido, quanto mais a população for atendida com qualidade pelo Estado, maior será a auto-estima dela. Felizmente, já existem iniciativas em nosso País que conseguem atender a esse propósito, como a implantação do Cartão de Saúde do Cidadão no Distrito Federal, um documento que garante que seu portador tenha uma espécie de plano de saúde gratuito.

“Nós ainda estamos usando papel. Continuamos a preencher os mesmos documentos três vezes. As enfermeiras não conseguem ler as prescrições que os médicos redigiram. Por que não colocamos isso em um prontuário eletrônico, que reduzirá as taxas de erro e os custos do sistema de saúde?”
A primeira vista, muita gente poderia creditar essa declaração a algum dos autores do Comunidade de Saúde em Rede. Afinal, a questão do uso do papel em nosso sistema de saúde é uma proposta que já foi mencionada por aqui. Para dizer a verdade, até gostaríamos de ter como um de nossos autores o responsável pelas palavras ditas acima. Mas, infelizmente, isso não será possível, pois ele anda bem ocupado com o seu atual cargo e pelo desafio que tem pela frente. O nome dele? Barack Hussein Obama, presidente dos EUA, que fez essa declaração em seu discurso de posse, semanas atrás.














