<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Vamos falar sobre o Paciente Informado?</title>
	<atom:link href="http://saudeconectada.com.br/2009/05/14/vamos-falar-sobre-o-paciente-informado/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://saudeconectada.com.br/2009/05/14/vamos-falar-sobre-o-paciente-informado/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Jul 2010 18:29:04 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Mauricio Galvão</title>
		<link>http://saudeconectada.com.br/2009/05/14/vamos-falar-sobre-o-paciente-informado/comment-page-1/#comment-30</link>
		<dc:creator>Mauricio Galvão</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 18:28:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://saudeconectada.com.br/?p=403#comment-30</guid>
		<description>Informação é poder. Há atualmente, e não só no Brasil, um forte movimento de dar mais poder ao paciente, de modo que seu relacionamento com o médico durante a consulta seja mais eficaz. O paciente compreendendo melhor seus sintomas, pode auxiliar a anamnese durante a consulta. Outro aspecto importante é compreender as doenças e respectivos tratamentos e adesão aos mesmos. Hoje a questão da informação já esta equacionada. O que se coloca com questão hoje é a qualidade da informação. À medida que o público se educa a informação de má qualidade perde a relevância e público.

&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;Re: Sim, informação é poder, Maurício. Agora, é preciso pensarmos na qualidade da mesma, como vc salientou. De fato, educação do público conta, e muito, nesse processo também. 

Agradecemos pela visita e volte mais vezes!&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Informação é poder. Há atualmente, e não só no Brasil, um forte movimento de dar mais poder ao paciente, de modo que seu relacionamento com o médico durante a consulta seja mais eficaz. O paciente compreendendo melhor seus sintomas, pode auxiliar a anamnese durante a consulta. Outro aspecto importante é compreender as doenças e respectivos tratamentos e adesão aos mesmos. Hoje a questão da informação já esta equacionada. O que se coloca com questão hoje é a qualidade da informação. À medida que o público se educa a informação de má qualidade perde a relevância e público.</p>
<blockquote><p><em>Re: Sim, informação é poder, Maurício. Agora, é preciso pensarmos na qualidade da mesma, como vc salientou. De fato, educação do público conta, e muito, nesse processo também. </p>
<p>Agradecemos pela visita e volte mais vezes!</em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: médicos, pesquisadores, blogueiros e jornalistas debatem o &#8220;paciente informado&#8221; &#171; social media club</title>
		<link>http://saudeconectada.com.br/2009/05/14/vamos-falar-sobre-o-paciente-informado/comment-page-1/#comment-18</link>
		<dc:creator>médicos, pesquisadores, blogueiros e jornalistas debatem o &#8220;paciente informado&#8221; &#171; social media club</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2009 01:49:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://saudeconectada.com.br/?p=403#comment-18</guid>
		<description>[...] O tema me chamou a atenção por ter o link com a internet e decidi averiguar o quanto os pesquisadores estavam engajados no tema. ConvideiAlexandre Inagaki para me acompanhar ao Rio de Janeiro e validar nossas percepções juntos. Percebemos, ao longo de nossa conversa com André Neto e Helena Garbin, que o projeto era muito sério. E aí surgiu a idéia: Por que não ampliar a conversa e envolver outros profissionais num debate? [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O tema me chamou a atenção por ter o link com a internet e decidi averiguar o quanto os pesquisadores estavam engajados no tema. ConvideiAlexandre Inagaki para me acompanhar ao Rio de Janeiro e validar nossas percepções juntos. Percebemos, ao longo de nossa conversa com André Neto e Helena Garbin, que o projeto era muito sério. E aí surgiu a idéia: Por que não ampliar a conversa e envolver outros profissionais num debate? [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
