A jornalista Samantha Shiraishi sabe muito bem a importância que o histórico do paciente pode ter nas consultas com os médicos. Quando ficou grávida no Japão, ela fez questão de obter todos os dados de sua saúde antes de voltar para o Brasil, de forma que os profissionais daqui pudessem melhor acompanhar a gestação. Segundo Samantha, essa atitude fez uma boa diferença, pois evitou que os médicos brasileiros perdessem tempo com procedimentos que já tinham sido feitos no outro país. Com o histórico detalhado em mãos, eles puderam conduzir adiante o pré-natal, sem grandes adaptações.
Por valorizar o papel que o compartilhamento de informações pode ter na relação médico-paciente, Samantha garantiu tranquilidade para a saúde dela e do filho. Ela manteve esta postura em outras ocasiões: pediu para que os médicos a entregassem o prontuário das consultas de sua família, como aconteceu na mudança dela de Curitiba para São Paulo. Agora, imagine se esse princípio, dos médicos terem acesso ao histórico do paciente, existisse em nossa rede pública a partir de um registro eletrônico de saúde, criado para cada cidadão. Você concorda que a sociedade inteira seria beneficiada com isso?
Além desta questão do compartilhamento de dados, acompanhe também no vídeo abaixo o relato que Samantha nos deu a respeito de sua experiência como “paciente informado“:
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