
A cultura digital está cada vez mais presente em nossa sociedade. Por isso, estranhamos hoje em dia quando conhecemos um lar sem computador ou então empresas e instituições que não tenham uma gestão informatizada. Apesar dos benefícios, esse hábito tem um custo ecológico por causa do consumo energético envolvido. Considerando isso, existe um movimento chamado TI Verde, cujo príncipio é o de estimular a criação de soluções e alternativas que deixem a computação mais sustentável, sem desperdícios.
Nesse sentido, as empresas do segmento podem contribuir de várias maneiras. Uma delas é a partir do desenvolvimento de processadores que sejam mais eficientes energeticamente. Quanto menor for o calor gerado pelas máquinas, menor será a necessidade de resfriamento delas. Imagine a economia de energia que isso pode causar, por exemplo, em um data center composto por centenas de computadores. Economia tanto em relação ao processamento das máquinas quanto ao sistema de resfriamento.

O universo de um hospital é bem diverso, composto por profissionais de áreas distintas que precisam se comunicar constantemente entre si. A eficiência na troca de informações é fundamental nesse ambiente, uma vez que pequenas falhas no processo podem custar a vida de um paciente. Constatação exagerada? Nem um pouco.
De acordo com um estudo publicado pela Fiocruz em 2007, dois em cada três erros médicos ocorridos nos hospitais brasileiros são evitáveis. Mas como? A partir da contratação de médicos que possuiriam uma capacidade extraordinária de curar seus pacientes com apenas um olhar? Negativo. De acordo com Wagner Mendes, médico que conduziu o estudo, “o principal problema é a gestão do sistema de saúde, e não dos profissionais”.

É bem provável que você tenha uma farmácia particular na sua casa, que é aquele canto do armário sempre lembrado em ocasiões como gripe, enxaqueca, cólicas e demais sintomas e doenças. Nem tudo costuma ser consumido ali, como aquele antibiótico que só foi necessário meses atrás e teve o lixo como destino final, por causa do prazo de validade vencido.
O cidadão que não aceita esse tipo de desperdício busca por alternativas. Uma delas é a compra de determinados medicamentos de modo fracionado na farmácia. Ou seja, ao invés de, por exemplo, adquirir cartelas de comprimidos a mais sem necessidade, o indivíduo leva para casa apenas o que irá consumir de acordo com o tratamento prescrito pelo médico. Infelizmente, o fracionamento ainda é um hábito ignorado pela grande maioria da população, principalmente por causa da desinformação.














