
Submeter-se a um exame médico não é uma tarefa agradável para o paciente, seja lá o que estiver sendo avaliado. Afinal, por menos invasivo que seja o procedimento, como um simples raio X, é uma tarefa que exige sacrifício tanto de tempo quanto de deslocamento do indivíduo. No entanto, alguns pacientes sentem essa experiência de forma mais amarga ainda, quando precisam refazer tudo. E sem necessidade.
Uma nova ida ao laboratório de análises clínicas? Isso mesmo. Pode acontecer de, no espaço de poucos dias, diferentes médicos de especialidades distintas pedirem um determinado exame para o mesmo paciente. Se o indivíduo guardou com ele os resultados, sem problemas: basta apresentá-los na segunda consulta, feita com o outro profissional. Mas nem todos conseguem ter em mãos esses documentos, por inúmeras razões, como:
- Perda do exame original pelo paciente.
- Permanência do original com o primeiro médico. O paciente não pede uma segunda via, seja por vergonha ou por desconhecer essa possibilidade mesmo.
Esse tipo de situação, do cidadão precisar refazer um exame no intervalo de poucos dias, acontece bastante em redes de saúde que não possuem um sistema totalmente integrado. No Brasil, já existem iniciativas na esfera pública que permitem, dentre outros benefícios, que o resultado de um exame seja visualizado, online, por diferentes médicos. Além de poupar o tempo de muitos pacientes, isso garante também economia para os cofres públicos. Afinal, exame com custo zero é algo que jamais vai existir, certo?
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A informatização do sistema de saúde continua se mostrando como a melhor aliada dos gestores do segmento. Felizmente, é um caminho sem volta, em que são frequentes as notícias de locais que iniciaram esse processo, como aconteceu recentemente na cidade de Rio Claro, cujos AMEs (Ambulatório Médico de Especialidades) agora contam com um sistema de prontuário eletrônico e gestão clínica informatizada.
E na sua cidade, como anda a gestão da saúde? Digitalizada ou no papel?
1 Comentário para este artigo
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em 25/ mar/ 2010
Gostaria muito de me senti confiante quanto ao uso de certas vacinas.Os médicos as indicam , mas se esquecem de avaliar se cada pesoas pode ou não tomá-las.Pode ser até coincidência, mas não consigo achar que foi.No ano passado tomei numa quinta-feira uma contra hepatite B na escola pública em que leciono,no sábado comecei a sentir muitas náuseas, no domingo não me senti bem e comecei a verminha urina amarelar e depois escurecer, minhas fezes ficarem esbranquiçadas , enfim tive todos os sintomas de uma hepatite clássica. Na terça quando fui à emergência fiz exames de sangue e foi constatado quadro compatível com tal enfermidade.As taxas hepáticas estavam elevadas , mais de 550.Fui avaliada por um gastro no outro dia, este indicou outros exames que só sairam resultados com oito dias e no final a suspeita é hepatite auto-imune pelo Fan ter dado positivo e as taxas na época alçarem valores de 1550,1108 e 664, ou seja, uma crise aguda que não morri porque Deus me deu nova chance de vida para criar meus dois filhos, o segundo por sinal nasceu quatro meses antes.Hoje estou tomando prednisona e imune, os cabelos fracos e quebradiços, aumento de peso e pelos , vista turva, pele manchada, pele áspera , leve incômodo na tireóide .Tive que pedir demissão da rede particular pois não tenho mais ( do dia para a noite) condições de dar as aulas de antes.Também soube via net que o sobrinho da dançarina baiana Carlas Peres morreu de lupus( outra doença autoimune) e afamília cogitou o fato do menino ter tomado a de meningite antes.Já a minha secretária tem uma prima que quando menina tomou a de paralisia e dias próximos ter ficado com a mão torta.Como posso achar que as enzimas hepáticas sobem desse jeito tão rápido e achar que a vacina não foi o agente desencadeador? No hospital o ex-marido da minha companheira de quarto me falou que a mãe de um amigo havia morrido após a da gripe comum.Sinceramente tenho dúvidas e pena dos desavisados.A DIRES da minha cidade me mostrou livros da literatura de vacina que não constam casos, mas eu poso ser uma exceção.A medicina é exata?Certamente meu sstema imunológico deu essa resposta após a dose. A médica deste setor enviou todos os meus exames para o Ministério da saúde avaliar, telefenou para responsáveis pelamvacinação no país em minha presença e até hoje não recebi nenhuma resposta , nem sei se discutiram meu caso.Alguns médicos acha que não ligação, mas outros afirmam que foi sim.O prejuízo ficou para mim.